Mostrando postagens com marcador Patrus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Patrus. Mostrar todas as postagens

Patrus em campanha oferece R$ 50,00 como Bolsa Família



Na época em que se julga o mensalão, onde o PT está expondo as sua entranhas, onde o uso dos recursos públicos, ao que tudo indica, foi para comprar votos, comprar consciências de deputados eleitos pelo povo, onde ao mesmo tempo a legislação eleitoral proíbe que se presentei o eleitor com brindes, com dinheiro,  o candidato do PT, Patrus Ananias, que no primeiro dia de campanha chorou na TV, ainda não percebeu que o tempo passou....em plena campanha eleitoral diz que vai dar R$ 50,00 " aos pobres de BH" a título de Bolsa Família mineira.

O que é isso senão uma clara intenção de compra de votos, quando é feita em plena campanha eleitoral? 

Feita por um candidato que está no desespero de obter mais uma derrota

Qual é a diferença de oferecer uma camiseta ou oferecer R$ 50.00 todo mês durante uma campanha?

O PT de Patrus continua o mesmo. Patrus quer usar os R$ 50.00 da Bolsa Patrus para sensibilizar... a consciência dos pobres de BH....

Ele deveria era sensibilizar seus eleitores com projetos sociais que os incluísse socialmente e não oferecer demagogicamente mais R$ 50.00,  para que esses dependam disso a vida toda!

Ainda bem que tudo indica vitória de Márcio Lacerda. Sorte da população de Belo Horizonte. Sorte dos pobres de BH que terão projetos para resgatar as suas vidas.

Abaixo parte de sua entrevista no Jornal O Tempo onde afirma essa medida:

(....)

Nós já temos o compromisso de acrescentar em R$ 50 para as famílias com renda inferior a R$ 70 com recursos municipais. ( ...)

Fonte:
http://dropsmisto.c

Revista Veja diz que Patrus é um candidato enrolado com a justiça




Patrus Ananias: Segundo Veja ex-ministro não teria se desvinculado no prazo que ocupava na Fiesp, conforme exige legislação eleitoral.

Patrus Ananias: Eleições 2012 - Fonte Revista Veja e blog Jogo do Poder


Patrus - A revista Veja desta semana traz reportagem intitulada Candidato Enrolado que fala sobre os problemas que serão enfrentados pelo candidato do PT à Prefeitura de Belo Horizonte Patrus Ananias . Segunda a reportagem, o ex-ministro do governo Lula trabalhava para a Fiesp é dono de uma empresa de consultoria com cliente público.

A informação podia ser obtida no blog do Patrus conforme mostra ilustração da reportagem. Só que a assessoria do candidato do PT à prefeitura de Belo Horizonte alterou a informação no blog e agora omite a participação de Patrus na presidência do Conselho de Responsabilidade Social da Fiesp, o Consocial.

Agora a candidatura do ex-ministro do PT pode ser impugnada por ele não ter se afastado do exercício de cargo público. Segundo Veja existe a suspeita de que Patrus tenha falsificado documento para tentar encobrir o erro.

Planalto entra em cena

A matéria diz que a candidatura de Patrus Ananias se tornou uma questão de vida ou morte para o Planalto. Diz a reportagem.

- A disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte se tornou a prioridade eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Enxerga-se ali uma prévia da eleição presidencial de 2014, com Dilma de um lado e, do outro o senador Aécio Neves. Antes de ser elevado ao patamar federal o confronto mineiro era tido como uma das barbadas da atual temporada eleitoral.

O PSD de Minas Gerais já apresentou à Justiça Eleitoral a denúncia de que Patrus Ananias não deixou, no prazo legal, o cargo de presidente do Conselho Superior de Responsabilidade Social da Fiesp.

Sobre Patrus Anananias, Mantras ou Mitos !

Sobre Patrus Ananias: mantras ou mitos?
Mantras ou mitos?
Marcelo Garcia

O ex-ministro Patrus Ananias, ao longo dos últimos anos, tem tentado criar uma verdade: ele diz que não há políticas sociais em Minas e que tudo que foi feito no Estado foi feito pelo governo federal. Sua tentativa acelerada de insistir nessa tese não tem prevalecido nas mentes e nos corações dos mineiros. Corre o risco de virar um mantra individual ou um mito encarcerado em seu vocabulário.

Fui presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais da Assistência Social, de 2004 a 2010. Participei da Comissão Intergestora Tripartite da Assistência Social, durante todo este período, e fui, por quatro anos, membro do Conselho Nacional de Assistência Social. Participei do processo histórico de implantação do Sistema Único da Assistência

Social e da Unificação dos Programas de Transferência de Renda no Bolsa Família. Rodei o Brasil todo nesses quase seis anos de presidente do Congemas e, todos nós, que atuamos na assistência social, sabemos que Minas foi um Estado que serviu de exemplo para tantos outros Estados da Federação nas questões sociais.

A primeira e única vez que o Ministério do Desenvolvimento Social publicou o Ranking das Gestões Estaduais da Assistência Social foi em 2007, e quem estava em primeiro lugar era Minas Gerais. Minas foi o primeiro Estado a entregar seu Pacto de Aprimoramento da Gestão da Assistência Social, foi o Estado que desenvolveu a estratégia vitoriosa de garantir que 100% dos seus municípios estivessem no SUAS e que implantou políticas integradas que resultaram em mudanças significativas em seus indicadores sociais. Também foi o primeiro Estado a implantar o financiamento direto para as cidades fundo a fundo.

O ex-ministro precisa urgentemente ler o relatório da Organização das Nações Unidas sobre as 8 Metas do Milênio. Constatará que Minas, com cinco anos de antecedência, atingiu praticamente todas as metas. Mas, deve ir além, e buscar informação sobre o Programa Poupança Jovem e seu efetivo resultado no combate à evasão no ensino médio. Minas, hoje, entre os Estados Brasileiros, tem uma das menores taxas de evasão, que é de 12%; a maioria dos Estados Brasileiros tem entre 16 a 24%. Deve conhecer de perto a experiência do Programa Travessia e saber como uma estratégia integrada muda a vida das pessoas mais pobres.

Deve observar que, enquanto a taxa bruta de mortalidade materna está alta em todo país, com média de 75 mortes a cada 100 mil nascidos vivos, Minas tem a terceira menor taxa – 39 a cada 100 mil nascidos vivos. E que a taxa bruta de mortalidade infantil do Estado também está entre as três menores (17 a cada 1 mil nascidos vivos), enquanto que a média Brasil é de 21 a cada 1 mil nascidos vivos.

O Resultado do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica mostrou que Minas Gerais está à frente (4.3), ultrapassando a média brasileira. O Estado tem uma das menores taxas de analfabetismo (8%) e está, ainda, entre os três Estados que têm os melhores indicadores em condições habitacionais.

Em relação à Segurança alimentar temos, hoje, no Brasil, 9,2% de famílias que se alimentam de maneira normalmente insuficiente, já em Minas Gerias, este número cai para 7,50%.

Minas, através dos governadores Aécio e Anastasia, fez a consolidação da presença do Estado de forma firme na vida das pessoas que vivem das proteções sociais para que estas pudessem deixar a pobreza de forma sustentável. Em Minas, não se desenvolve o modelo que defende o ex-ministro da gestão diária da pobreza. Em Minas, queremos que a pobreza seja superada de forma definitiva.

Quando o ex-ministro fala que o governo federal investiu 4 bilhões de reais em Minas por ano, ele deve acrescentar que estes recursos seriam investidos com ele no ministério ou com um gaúcho ou com um acreano. São recursos em grande parte constitucionais, como o Benefício da Prestação Continuada, voltado para idosos e pessoas com deficiência, implantado no Brasil em 1996 pelo governo do PSDB. O Bolsa Família foi implantado em Minas em ampla parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, pois os 1400 funcionários que o ex-ministro diz ter no MDS não interagem diretamente com as cidades e, sim, com os governos estaduais que pela normatização nacional faz toda gestão com as cidades.

Desenvolver Políticas Sociais continuadas não é um favor que se faz à população. É uma obrigação e um dever ético. O Estado brasileiro vem estruturando suas políticas sociais de forma continuada desde 1993 com a promulgação da Lei Orgânica da Assistência Social.

Eu conheci durante todos estes anos Estados brasileiros que deixaram a própria sorte a gestão da assistência social e não me recordo de ver o então ministro cobrando dos governadores uma mudança no rumo, e me entristeço de ver que, da mesma forma, um professor universitário, um político experiente ou mesmo um homem de bem como é o ex-ministro não consiga avaliar os fatos e os dados e perceber que em Minas houve e há

uma das mais sérias políticas de combate à pobreza na América Latina e que a parceria entre o governos Federal, estadual e as Prefeituras não é uma forma de governar e, sim, a única forma de avançar.

É claro que existe uma vontade do ex-ministro de dizer que Minas não avançou, mas para isso é preciso mostrar dados sociais negativos. Como isso nunca poderá ser feito, o ex-ministro tem duas opções: assumir com responsabilidade que Minas Gerais tem uma estratégia de desenvolvimento social eficiente e comprovada ou continuar com seu
mantra particular, pois o mito ele não conseguiu criar.

Marcelo Garcia foi secretário Nacional de Assistência Social; secretário Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro; presidente do Colegiado Nacional de Gestores da Assistência Social (2004-2010 ); membro da Comissão Organizadora da V Conferência Nacional de Assistência Social, em 2005, e da V Conferência Nacional da Assistência Social em 2007. Fez parte do Grupo que escreveu a NOB SUAS e a NOB RH do Suas; foi membro titular da Comissão Intergestora tripartite do MDS (2004-2010); membro do Conselho Nacional de Assistência Social (2004-2008); e membro do Fórum Nacional de Condicionalidades do Bolsa Família (2006-2010).