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Aécio Neves líder da oposição lança seu principal espaço na internet:http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aécio lança seu principal espaço na internet: http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/




O principal espaço de Aécio Neves na rede.


http://www.mineirobrasileiroaecio.com.br/


O portal: "Mineiro, Brasileiro, Aécio" - uma plataforma de integração de conteúdo multimídia que vai servir de base para todas as ações digitais, bem como para reunir a militância espontânea na rede. Com vídeos, artigos e blogs, o portal conta também com um sistema de cadastramento.
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Entrevista de Aécio presidente do PSDB : "Os protestos de rua rasgaram a fantasia do PT"


terça-feira, 11 de março de 2014

Entrevista de Aécio : "Os protestos de rua rasgaram a fantasia do PT"




Entrevista Aécio Neves: manifestações desconstruíram imagem do PT



Senador Aécio Neves acredita que horário eleitoral vai desmontar o Governo Dilma e mostrará todas as deficiências de gestão.

Entrevista Aécio Neves

Fonte: Revista Viver

ENTREVISTA

Aécio Neves

Senador mineiro, pré-candidato à Presidência da República, diz que as manifestações desfizeram a imagem, construída pelo governo, de um país sem problemas, de superação da miséria, de eficiência

Como principal candidato das oposições, segundo as pesquisas, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, acredita que o favoritismo da presidente Dilma ficará abalado assim que começar o horário eleitoral gratuito. O monólogo terá fim e, na defensiva, a presidente terá que responder às críticas, com isso, o PSDB vai avançar. “No segundo turno, os favoritos somos nós, e não o governo”, diz Aécio, que será o primeiro palestrante do ano, no dia 14 de fevereiro, no Conexão Empresarial, evento promovido pela VB Comunicação. Conhecido pela sua habilidade em transitar tanto no campo adversário quanto entre os aliados do governo, ele já se articula para formar uma forte aliança em torno do seu projeto de governo e para fortalecer os palanques nos estados. Guiado pelas muitas pesquisas que analisam o comportamento do eleitorado, entende que há um forte sentimento de mudança, observado nas manifestações de rua que surpreenderam pelo caráter suprapartidário, que não foi entendido pelo governo. “Os movimentos das ruas rasgaram a fantasia do PT.” Com palavras de ordem como tolerância zero para a inflação e herança maldita da administração petista, Aécio pretende tornar-se candidato oficial do PSDB em solo paulista, em março. “Quem sabe, após 60 anos, Minas tenha um presidente da República eleito pelo voto.”

Há algum simbolismo na escolha de São Paulo para o lançamento da sua candidatura à Presidência?

Foi um convite da direção do PSDB de São Paulo, feito pelo presidente Duarte Nogueira, que considera que seria um gesto de reciprocidade, já que a campanha de Geraldo Alckmin, quando se candidatou em 2006, foi lançada em Belo Horizonte. Essa é a primeira eleição, desde a redemocratização, em que o PSDB não terá um candidato de origem paulista e por ser o maior colégio eleitoral do Brasil.

A estratégia é a de concentrar as ações em São Paulo e estados do Nordeste?

Não há como você ter prioridades em uma caminhada como essa. Em primeiro lugar, não sou ainda o candidato do partido. A ideia é a de que essa definição ocorra até o final de março. Mas, mesmo antes disso, como presidente nacional do PSDB, estive, desde julho do ano passado, em mais de 20 estados, de todas as regiões, realizando encontros extremamente densos e discutindo as bases do nosso programa de governo, política ambiental na Amazônia, políticas regionais no Nordeste, questões do agronegócio no Sul e no Centro-Oeste. Inúmeros encontros em São Paulo, com foco na preocupação com a desindustrialização. Não é um processo que se inicia agora. O que vamos fazer a partir de fevereiro é retomar a agenda de viagens, caminhando pelo Brasil inteiro. Pretendo intercalar essas visitas a outros estados com (visitas) a várias regiões de Minas.

Marina Silva virou um problema para o senhor na negociação com o PSB em alguns estados, inclusive em Minas?

Não, de forma alguma. Acho que a presença da Marina na disputa, ao lado do Eduardo Campos, é saudável. A Marina traz temas importantes para o debate eleitoral, oxigena essa disputa. Da mesma forma, o Eduardo. Quem tentou, como pôde, inibir outras candidaturas foi o PT. Seja do ponto de vista congressual, quando atuou para impedir a criação do partido da Marina, seja do político, quando tentou inviabilizar a candidatura de Eduardo através da cooptação de seus aliados, e acabou levando alguns deles, como é o caso do Ceará. Mas nós achamos que era importante que outras forças políticas participassem do processo eleitoral. O PSDB nunca temeu essa participação. Ao contrário, a minha expectativa é de que, no momento em que forças políticas que militavam no governo, como é o caso da Marina e do próprio Eduardo, que foi ministro do Lula, passam a militar no campo da oposição, isso tem que ser saudado por nós como algo extremamente positivo. Mas eu tenho confiança plena de que o PSDB, pela clareza do seu discurso, pela estrutura que tem em todo o Brasil, pela força das suas lideranças, é quem representará a mudança de verdade, pela qual quase 70% da população brasileira clama. Estou extremamente confiante em que o PSDB tem todas as condições de chegar ao segundo turno e, aí, o jogo se inverte, os favoritos somos nós, e não o governo.

O senhor sempre reclamou, nas eleições passadas, de que o PSDB precisava de um projeto claro de governo. Já tem claro o que é preciso fazer?

Nós fizemos, no final do ano passado, no dia 13 de dezembro, o lançamento das diretrizes básicas desse projeto, que foi fruto de tudo aquilo que nós buscamos ou nós elegemos nesses debates, seminários e encontros regionais, e que serão a base da construção do nosso plano de governo. Ele será coordenado pelo governadorAnastasia, a partir do final do mês de março, quando ele deve deixar o governo do estado, no prazo final de desincompatibilização.

Quais são elas?

Passa por questões que, para nós, sempre foram muito claras. A eficiência da gestão pública para combater a crônica deficiência do atual governo do PT. A meritocracia como antítese a esse aparelhamento perverso e absurdo da máquina pública feita pelo PT. Uma visão de mundo muito mais atual e pragmática do que essa atrasada visão ideológica do Brasil, que tem nos levado a alianças que em nada têm ampliado os nossos mercados e contribuído para o crescimento da economia. Uma visão muito mais solidária de estados e municípios para nos contrapormos a esse centralismo absurdo do governo federal, que vem transformando o Brasil não mais em uma Federação, mas em um estado unitário, com estados e municípios cada vez mais dependentes da União. Uma ação firme e decisiva na coordenação de política de segurança nacional para nos contrapormos à absoluta omissão do governo federal nessa questão, inclusive com um esforço maior no financiamento da segurança pública. Hoje, 87% de tudo o que se gasta em segurança vêm dos estados e dos municípios e apenas 13% da União. O Fundo Penitenciário, aprovado no Congresso, nos últimos 3 anos de governo da atual presidente, teve apenas 10,5% do seu valor executado, o que mostra o descaso e a omissão nessa questão. Em relação à saúde, houve, durante um período do governo do PT, queda de 54% de participação do governo federal no total de financiamento da saúde para apenas 45% hoje, o que mostra, também, nessa gravíssima questão, a grande omissão do governo federal. Nós temos que resgatar a Federação no Brasil, estabelecermos a meritocracia e, no campo econômico, uma política fiscal transparente, que resgate a credibilidade perdida do Brasil, com tolerância zero à inflação, e que nos permita crescer de forma mais sustentável para sairmos do final da fila. O Brasil cresceu no ano passado apenas mais do que a Venezuela, na América do Sul. A equação econômica do governo que a presidente Dilma nos deixará, essa sim uma herança maldita, se resume em crescimento pífio, inflação alta e maquiagem dos dados fiscais, que tem como consequência a enorme perda de credibilidade do Brasil.

O governo tem conseguido se manter bem perante a opinião pública, mesmo com esses indicativos que o senhor está citando. Parece que nada atinge o governo do PT?

Ao contrário. Aparece em todas as pesquisas um dado que é relevante. Dois terços da população querem mudanças profundas. Só que o que existe hoje é quase um monólogo. Hoje os grandes veículos de comunicação de massa não falam no governo, falam na presidente apenas. Isso não permanecerá durante o processo eleitoral. Portanto, estou convencido de que o governo terá que fazer uma campanha na defensiva. A inflação já é, sim, um problema para boa parte das famílias brasileiras. Estamos com a inflação no teto da meta, existindo há muitos anos. Isso porque nós temos preços controlados de combustíveis, de energia e de transportes públicos. Na hora em que destampar a tampa dessa panela, vamos ter a inflação média chegando a em torno de 9%. A cesta básica nos últimos 12 meses, em 16 capitais pesquisadas, está acima de 10%. Em Salvador, chega a 17%. Uma inflação na vida cotidiana das pessoas, porque o governo geriu mal a economia, flexibilizou os pressupostos básicos dos pilares fundamentais que foram herdados do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

A eleição deste ano terá componentes diferentes motivados pelos protestos. O senhor entendeu o recado das ruas?

É um recado claro para toda a classe política. A população está cansada da ineficiência dos serviços, do desleixo com o dinheiro público, das sucessivas denúncias de corrupção. Ela clama por valores, por novas oportunidades. As respostas que o governo federal buscou dar, com uma agenda absolutamente descolada da realidade do Brasil e desse sentimento das pessoas, como a pífia reforma política, que foi a mais eloquente delas, não respondeu em absolutamente a essas expectativas. Nós não trabalhamos esses eventos como um ativo eleitoral. Se ocorrerem, os governantes, todos eles, têm que estar prontos para dar as respostas. Mas é algo que nós, democratas, temos que compreender. As pessoas hoje estão inquietas, insatisfeitas com o que está acontecendo. Agora, o governo federal, que vendeu aos brasileiros um nirvana, um país onde só existiam virtudes, que não tinha problemas, que superou a miséria, que tem suas empresas públicas geridas com a maior eficiência, esse país da fantasia se desfez. Esses movimentos rasgaram a fantasia do PT.

Que alianças o senhor vai buscar nessas eleições? O PMDB, por exemplo, demonstra insatisfação com o governo.

Essas alianças são consequência da capacidade que você tenha ou não de apresentar um projeto viável. A nossa preocupação neste momento é apresentar ao Brasil um projeto exequível, que recomponha a credibilidade da nossa economia e aponte para cenário de crescimento sustentável por um bom período. As alianças são consequência disso. O que posso antecipar é que cada estado é uma realidade, e nós teremos, certamente, apoios em vários deles, de forças políticas, mesmo estando em nível nacional, de alguma forma, alinhadas a este governismo de cooptação, porque não tem nada decoalisão, tem é de cooptação através de cargos públicos. Mas não se consegue cooptar todos.

O senhor acha que vai ser possível se aliar ao PSB em Minas Gerais? Existe a possibilidade de palanque duplo?

O PSB é aliado do PSDB em muitos estados, inclusive em Minas, desde o meu primeiro mandato. Essa é uma aliança absolutamente natural, e eu acredito que ela possa ser mantida, sim, como será em outros estados. Tenho conversado com o governador Eduardo Campos, e o nosso entendimento é o de que vamos deixar que as situações regionais, locais caminhem sem qualquer intervenção nossa. O que eu percebo é que o PSB terá, em muitos estados, alianças com o PSDB e pouquíssimas com o PT, o que é uma sinalização importante em relação ao segundo turno.

A eleição terá um capítulo à parte na internet. O PT está lançando, inclusive, cartilha para a militância e o PSDB, como vai trabalhar com as mídias sociais?

O PT sempre utilizou a internet para fazer uma guerrilha que foge aos padrões éticos que deveriam orientar a disputa política e vai continuar nesse mesmo caminho, não é nenhuma novidade. Agora talvez mais, com financiamento maior e parte até com financiamento público, já estão montando um verdadeiro exército na internet. Obviamente, nós temos que estar atuando. Vamos usar a internet para difundir ideias, debater o nosso programa, mobilizar as nossas forças. O PT costuma usar a internet para fazer, como fez recentemente com o Eduardo Campos, como faz permanentemente em relação aos seus opositores, o jogo da calúnia, dadifamação, da desconstrução. Mas eu acredito muito no bom senso das pessoas. Se não acreditasse, não estaria na política. Esse esforço hercúleo que é feito na internet, da difamação permanente, acaba tendo um resultado absolutamente inócuo. As pessoas têm capacidade de discernir o que é certo e o que é errado.

A atuação do senhor na televisão também pode fazer a diferença?

A nossa campanha será a da verdade. A presidente da República fará uma campanha na defensiva porque falharam na condução da economia. Falharam na gestão do estado, porque o Brasil é hoje um grande cemitério de obras inacabadas. Demonizaram por mais de 10 anos as concessões e as fazem agora de forma açodada, envergonhada e com absoluta falta de planejamento. Mesmo no campo social, onde se apregoam os grandes construtores de uma nova realidade no Brasil, os efeitos são muito limitados, daquelas antigas ações, na verdade, herdadas do governo do presidente Fernando Henrique. Não houve nada novo. A saúde é trágica para grande parte da população. A segurança pública aflige brasileiros de todas as regiões, de todas as classes sociais. Na educação, também estamos no final da fila nos principais institutos de avaliação internacionais. No caso especificamente de Minas, a presidente tem muitas explicações a dar, porque o estado foi absolutamente preterido ao longo desses 12 anos de governo do PT.

Como?

Seja em relação a investimentos programados, seja pelo setor automotivo que foram para outros estados. O metrô não terá no governo da presidente Dilma um centímetro sequer de expansão. Nas prometidas obras da BR–381, o governo apresenta um programa que atende a apenas 25% . O Anel Rodoviário prometido lá atrás, ainda pelo presidente Lula, foi transferido para o estado devido à incapacidade do governo.

O senhor já definiu quem vai ser o marqueteiro?

Nós não temos o candidato ainda, só depois de março. O que posso adiantar é que nós não teremos, aí, um marqueteiro, um salvador da pátria, como o PT. O marqueteiro do PT tem status de primeiro-ministro de estado. Se ele ligar para o ministro da Fazenda, é atendido no primeiro toque, tamanha a importância dele para o atual governo. Mas por que isso? Porque é o governo do marketing. Tem poucos resultados a apresentar e precisa privilegiar o marketing. Nós teremos pessoas competentes na área de comunicação, que nos permitam difundir nossas ideias, dar a elas visibilidade.

Acredita que essa será uma campanha cara, mas também difícil para se arrecadar recursos devido às denúncias de corrupção e caixa 2?

Para o governo, certamente não será difícil, já que o PT, ao longo dos últimos anos, não tem tido qualquer dificuldade para se financiar, haja vista a movimentação não só dos candidatos majoritários, mas os parlamentares do PT em Minas. Nós vamos ter o apoio daqueles que querem mudar o Brasil. Eu tenho muita confiança, mas não sei dimensionar quanto custa uma campanha presidencial. Mas vamos fazer uma campanha dentro da lei, oficialmente, como sempre fizemos em Minas. Nós vamos contar com financiamentos também dos cidadãos brasileiros.

O mensalão mineiro pode atrapalhar o senhor?

A mim, de forma alguma, porque não tenho com ele qualquer vinculação. O que eu sempre digo em relação a essas denúncias e acho até com um nome inadequado, porque mensalão pressupõe pagamentos mensais e, ali, há denúncia em relação à parte do financiamento do ex-governador Eduardo Azeredo, que sequer venceu as eleições. Mas o que eu defendo é que todas as denúncias sejam investigadas e que possamos dar a ele o direito à defesa.

Como o senhor está se sentindo com a notícia que será pai de novo?

Muito feliz. Esse é o lado bom. Eu sou alguém de bem com a vida. Estou na política porque acredito na transformação da sociedade. Mas ela não é toda a minha vida. Diferentemente de alguns que estão na política para ascender socialmente ou a tem como único objetivo de suas vidas e, aí, quando perdem, se frustram. Eu vou cumprir o meu papel. Se couber a mim a responsabilidade de conduzir essa candidatura, vou fazê-la inspirado na minha história pessoal, nos mineiros e, quem sabe, depois de 60 anos, Minas tenha um presidente da República e

Aécio já começa a vencer Dilma nas pesquisas

No DF, Aécio ultrapassa Dilma e lidera para presidente
PESQUISA NO DF: TUCANO AÉCIO NEVES TEM 22,9%, CONTRA 21,7% DE DILMA

Ao menos no DF, o tucano Aécio Neves pode rir à toa

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), lidera as intenções de voto no Distrito Federal, segundo pesquisa do Instituto Dados realizada entre os dias 10 e 17 de fevereiro. Aécio tem 22,9% das preferencias do eleitor do DF, contra 21,7% de Dilma Rousseff (PT) e 8,7% de Eduardo Campos (PSB). O DF é a primeira unidade da Federação onde Aécio supera Dilma.
A pesquisa do Instituto Dados, com detalhes do universo apurado e metodologia, foi registrada no TSE (nº 013/2014) e no TRE (001/2014).
Para apurar as intenções de voto para presidente, no Distrito Federal, o Instituto Dados entrevistou 3.000 eleitores.
O PSDB e o possível candidato do partido ao governo do DF, deputado Luiz Pitiman, comemoraram o desempenho de Aécio na pesquisa. Leia na coluna Claudio Humberto

Aécio presidente: senador quer conquistar o Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste de olho em 2014. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).


Aécio: presidente 2014


Fonte: O Globo


’O PSB sempre foi meu aliado’


Senador diz ter grande identidade com socialistas


Nome mais forte para disputar a Presidência pelo PSDB em 2014, Aécio corteja socialistas e diz que PT perdeu espaço no Norte e Nordeste


BELO HORIZONTE Colhendo os louros da reeleição de seu afilhado Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem estar aberto a convites para ajudar nas campanhas dos aliados em todos os estados, e manda recados de gentileza ao PSB.


 Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).



Afirma que José Serra tem grandes chances de vencer o petista Fernando Haddad em São Paulo, se conseguir criar a imagem de avanço. E que, se o companheiro paulista achar que ele pode ajudar, estará em seu palanque. Aécio ressalta a grande identidade e parceria com o PSB de Eduardo Campos, mas afirma que caberá a ele decidir se vai integrar um projeto que se contraponha ao PT, ou partir para um projeto alternativo próprio.


Vai continuar viajando pelo país no segundo turno das eleições muncipais?
Aécio - Coloquei-me à disposição do partido e dos aliados e estou muito feliz com os resultados. Provavelmente, vou continuar viajando. Um fato importante foi a reinserção das oposições no Norte e Nordeste. Do ponto de vista político, é a sinalização mais importante que tivemos nestas eleições. Um reduto quase fechado do PT, onde o PT agora ficou fora do jogo. É lá que será nossa prioridade.


Dilma deve entrar nas disputas em Salvador, São Paulo. O senhor vai também?
Aécio - Vou estar à disposição de meus companheiros. Já estive em em vários lugares, em Salvador e devo voltar.


O senhor e Eduardo Campos foram lançados candidatos a presidente aqui em BH e em Recife. Como imagina que estarão em 2014?
Aécio - Temos que esperar 2014. Tenho uma relação extremamente fraterna com o Eduardo. Sempre soubemos compreender nossas circunstâncias. O PSB sempre foi meu aliado em Minas. Não é uma aliança forçada em véspera de eleição. É uma identidade muito forte. E identidade que se estende a outros estados. Mas tenho que respeitar a posição do Eduardo, que, hoje, é um aliado do governo. Ele é quem vai ter que, num determinado momento, escolher o seu caminho. O PSDB terá responsabilidade de construir e aglutinar forças políticas em torno de um projeto novo para o Brasil. Tenho forte relação com lideranças importantes do PSB.
Se isso vai amanhã para um entendimento, o tempo dirá. Não tenho dificuldades para isso.


Quais as chances de Serra em São Paulo?
Aécio - Expressivas. O Serra tem uma densidade muito própria.


Serra precisa mudar o discurso para reduzir a grande rejeição?
Aécio - Acho que a campanha permitirá isso. Vai ter que inspirar um sentimento de mudança, de avanços. Vai ser um briga dura mas nós estamos muito otimistas.



Aécio: presidente 2014 - Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-ha-identidade-com-psb-mas-rumo-de-2014-ainda-sera-definido-6342868

Aécio presidente: senador ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Aécio ganha vantagem: senador e possível “presidenciável” Aécio Neves disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições no Nordeste.


Aécio presidente: eleições 2012


Fonte: Brasil Econômico -


Presidenciáveis saem fortalecidos no primeiro turno das eleições


Segundo lugar do PT em São Paulo e vitória de Lacerda em BH dão fôlego a Dilma, Aécio e Campos para 2014


 Aécio ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Eleições 2012: Senador e possível “presidenciável” Aécio Neves(PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste



O resultado final da apuração nas capitais brasileiras revela um quadro de polarização entre PT e PSDB e consolidação do PSB como potência política emergente. Apesar da repercussão do julgamento do mensalão na mídia, os petistas comemoraram muito ontem. A sigla do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff venceu no primeiro turno em Goiânia e chegou ao segundo em cinco capitais: São Paulo, Salvador, Fortaleza, João Pessoa e Rio Branco.


Além disso, a legenda foi bem sucedida em cidades consideradas estratégicas, como Osasco, em São Paulo, que é o berço político e João Paulo Cunha, réu no mensalão. Mas em comparação às eleições de 2008, o PT retrocedeu. Há quatro anos os petistas venceram no primeiro turno em seis capitais: Vitória, Rio Branco, Recife, Palmas, Porto Velho e Fortaleza. Dois resultados foram especialmente amargos para os petistas no domingo. Em Recife, o senador Humberto Costa foi atropelado por Geraldo Julio, do PSB, que venceu no primeiro turno.


E em Belo Horizonte o petista Patrus Ananias viu seu adversário, Márcio Lacerda (PSB), ser reeleito. Esses dois resultados fortalecem os projetos de dois presidenciáveis para 2014: o senador Aécio Neves (PSDB), padrinho político de Márcio Lacerda, e o governador Eduardo Campos (PSB). Depois de vencer no primeiro turno em duas capitais em 2008 – Teresina e Curitiba -, o PSDB emplacou apenas uma agora: Maceió. Por outro lado, o partido de Fernando Henrique Cardoso levou oito postulantes ao segundo turno e lidera esse ranking.


O PSB repetiu o desempenho da eleição anterior e elegeu dois prefeitos no primeiro turno. “Nenhum partido saiu da eleição como força hegemônica. O PT reagiu na reta final e ficou claro que o efeito do mensalão foi residual. O PSDB foi bem em capitais menores”, opina o cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia Política de São Paulo.


Apesar do revés em São Paulo e Salvador, o PMDB de Michel Temer venceu com tranquilidade no Rio de Janeiro e também saiu fortalecido do pleito. Numericamente, os tucanos lideram o ranking de candidatos que chegaram ao segundo turno. Nove nomes da legenda avançaram. Mais contundente partido da oposição, o DEM venceu ontem em Aracaju com João Alves Filho, que obteve 52,72% dos votos. Além de São Paulo, os rivais PSDB e PT se enfrentarão em outras duas capitais: João Pessoa e Rio Branco. Já o “aliado” PSB enfrentará o PT em Fortaleza. No quadro geral, o resultado foi bom para a presidente Dilma. Partidos da base aliada venceram na maioria das capitais.


“PSB entrou na vida adulta”, diz Campos
Partido venceu eleição já no primeiro turno em Belo Horizonte e no Recife>Das seis capitais brasileiras que decidiram o pleito no primeiro turno das eleições municipais, realizado ontem em todo o país, o PSB conquistou duas de peso: Belo Horizonte e Recife.Na capital mineira, Marcio Lacerda (PSB) conseguiu evitar um embate mais acirrado com o antigo aliado do PT, Patrus Ananias, ao garantir a reeleição ontem.


Lacerda, que se elegeu em 2008 com o apoio do PT, rompeu com o partido da presidente Dilma na reta final da amarração das alianças, e manteve a parceria com o PSDB, do senador Aécio Neves (PSDB), principal força política no estado e provável candidato tucano à Presidência daqui a dois anos.A outra vitória do partido foi em Recife. Geraldo Julio foi eleito com 51,14% dos votos. Em segundo lugar ficou Daniel Coelho, do PSDB, com cerca de 27% dos votos. Humberto Costa (PT) ficou em terceiro, com 17,4%.


O presidente nacional da legenda e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou ontem, antes dos resultados das urnas, que o PSB saiu “da adolescência para entrar na vida adulta”. De acordo com ele, ninguém vinha percebendo o crescimento do partido. Ele lembrou que na disputa de 2008 o PSB fez 306 prefeitos no país.O governador voltou a negar que a eleição deste ano seja um trampolim para uma possível disputa presidencial em 2014.”Essa coisa de projetar uma eleição sobre a outra nem sempre é verdadeira”, desconversou Campos, tido como um dos principais nomes para a sucessão presidencial.Entre as capitais, a legenda vai disputar ainda o segundo turno em Fortaleza, no Ceará, e em Porto Velho, em Rondônia. I.P. com Reuters


Contornos presidenciais na reeleição de Lacerda
Apoiado pelo senador Aécio Neves, prefeito do PSB derrota candidato de DilmaA eleição em Belo Horizonte ganhou contornos de disputa presidencial. Ao apoiar o candidato à reeleição, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o senador e possível “presidenciável” Aécio Neves (PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste, tradicional reduto petista.


“Mineiro não gosta de colocar o carro na frente dos bois, mas acredito que nós estamos muito bem e com grandes chances de vitória”, disse Aécio, que acompanhou Lacerda durante a votação..Lacerda foi reeleito prefeito de Belo Horizonte com 52,69% dos votos válidos. O ex-prefeito e ex-ministro Patrus Ananias, do PT, ficou com 40,80% da preferência do eleitor da capital mineira.
O candidato petista contou com a presença da presidente Dilma Rousseff no palanque, para tentar levar a disputa para o segundo turno.O prefeito disse que acreditava na vitória já no primeiro turno, mas, caso a disputa se arrastasse por mais um período, estaria “preparado”. “É a aprovação do trabalho que estamos fazendo para levar a capital ao ranking das melhores cidades para se viver no país”, afirmou o candidato, que chegou às 11h ao local de votação.


Ele estava acompanhado do senador Aécio Neves, do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e do candidato a vice na chapa, Délio Malheiros. No meio da confusão de repórteres, Lacerda esqueceu-se de assinar a ata de votação. Após perceber a falha, o mesário precisou ir atrás do candidato do lado de fora da instituição e a assinatura foi feita no capô de um carro.


Capital mineira foi palco de aliança inédita
HISTÓRICO
Tucanos e petistas se uniram em 2008 em torno da candidatura de Marcio Lacerda
A história política de Belo Horizonte no período pós – ditadura é marcada pela polarização entre petistas e tucanos desde 1988.Em 1985, o PMDB surfou na onda da oposição e emplacou a maioria dos prefeitos do país. Em 1992, foi a vez do recém criado PSDB ganhar a prefeitura com Pimenta da Veiga. Na eleição seguinte, o PT tornou-se uma potência na cidade ao eleger Patrus Ananias. Seu sucessor foi Célio de Castro, que era vice de Patrus mas disputou a eleição pelo PSB e contra o Partido dos Trabalhores, que lançou naquele ano Virgílio Guimarães.


Em 2000 Célio conseguiu um segundo mandato que durou pouco. No ano seguinte, ele sofreu um AVC e teve que se afastar do cargo. Quem assumiu foi seu vice, Fernando Pimentel, que seria reeleito em 2004. Em 2008, os rivais PT (que governava a cidade) e PSDB (que comandava o estado) fizeram um acordo que surpreendeu o Brasil. As duas legendas se uniram em torno da candidatura do empresário Marcio Lacerda, do PSB.


Depois de uma campanha fortemente influenciada pelo então governador mineiro Aécio Neves, que foi chefe de Lacerda no governo, o socialista conseguiu uma vitória tranquila. As duas siglas conviveram juntas até o começo de 2012. Quando tudo indicava que o acordo seria reeditado e a eleição, previsível, tucanos e petistas implodiram o acordo e saíram separados na disputa municipal.


Os dois lados se acusam mutuamente pela responsabilidade do fim da aliança. Para garantir folêgo ao PT na capital, até Dilma Rousseff entrou em cena.


Aécio: Presidente 2014 – Link da matéria: http://www.brasileconomico.ig.com.br/assinaturas/epapers.html